A Raça da Serpente

O texto de hoje tem como base uma Canalização que recebi respeito de um “planeta irmão” ao nosso, seguida de uma pequena Investigação Mediúnica onde captei que não estaríamos sozinhos no planeta:

Me passaram que não estamos sozinhos na Terra enquanto espécie, e que a Serpente bíblica é um símbolo de outra raça que se infiltrou entre nós com tendências destrutivas e cujo poder fascinou e “condicionou” a mente humana (ainda pouco desenvolvida na época).

A partir dessa impressão eu decidi investigar mais, e o que vi e senti deu origem ao conteúdo que vou compartilhar agora.

Quando concentrei na Serpente bíblica eu vi um ser humanoide com características de um réptil: coloração esverdeada, pele escamosa, cauda. Ele estava diante de um casal que parecia muito pouco com como somos agora, tinham a aparência de uma espécie humana bastante primitiva. O local me pareceu ser um ponto circunscrito da Terra, portanto o Éden seria uma região específica, um ponto de origem da nossa população.

A respeito de onde esse ser veio, eu me vi ser transportada para muito atrás no tempo. Enxerguei nosso planeta sem a lua, e a sensação que tive foi de um calor intenso por todo ele. Aos poucos vi elementos que foram chegando aqui – entre eles a água. Entendi que a Terra foi formada por seres de inteligência muito avançada que seriam algo como “Engenheiros Cósmicos”. Porém, a Vida em si foi trazida por outra espécie benévola que a semeou no planeta.

Avistei em um determinado momento a chegada ao Sistema Solar de uma “comitiva” de seres diferentes. Eles eram muito altos, sem a mesma forma reptiliana que vi antes, porém do que seria um réptil mais “polido”. Senti que o poder deles seria equivalente ao de divindades e formavam um pequeno grupo. Os outros reptilianos como os que vi seriam uma população sujeita e eles, em grande número, vivendo em naves e nativos de um planeta rochoso gigantesco com pequenos satélites habitados ao redor (também muito quente). Enxerguei a imagem do Sistema Solar sendo desequilibrado por essa chegada e uma destruição acarretada por ela. A mim me pareceu que eu vi pelo menos mais planetas, talvez dois, que não existem na imagem que temos atualmente, um completamente destruído a pedaços. Esses seres lançaram na Terra um elemento que interferiu na Vida que estava em desenvolvimento – seria algo que eles fazem por onde passam. Depois, foram embora.

A partir disso as Eras correram a Vida foi evoluindo. Vi Civilizações extremamente avançadas que transitaram no nosso mundo, aparecendo e desaparecendo. A seguir vi os dinossauros e entendi que eles eram o “produto” da interferência, e deles uma forma de Vida também humanoide que mais tarde se refugiou nas redes de cavernas e profundezas. Estes parecem muito temerosos do que acontece aqui em cima e desprezados pelos reptilianos de fora. Têm uma coloração verde clara, pele lisa como de lagartixa, grandes olhos amarelos, corpo esguio, poucos dedos com garras (e aparentemente um odor característico).

É difícil para mim dizer o que houve de fato. É como olhar um quadro através de um canudo – sei que o quadro maior me escapa, e que detalhes e outros fatores não entraram no que eu estava vendo. Porém, acredito que como a Vida planejada para este mundo foi distorcida uma força exterior deliberadamente extinguiu os dinossauros. O interessante é que ao ver o impacto que causou essa devastação, eu não conseguia entendê-la como o impacto de um meteoro e sim tive a impressão de estar olhando uma explosão atômica monumental (orquestrada).

Deste ponto em diante, acredito que os seres restantes evoluíram até os primatas. Então senti uma interferência de inteligências benévolas que “consertou” o tempo perdido e aperfeiçoou uma linhagem específica desses grandes seres. Eles teriam dado origem à primeira “humana” que nasceu e se reproduziu, nossa primeira espécie (por algum motivo senti que há aqui uma relação com o fato de todos possuirmos ao menos um cromossomo X). A partir dela, os descendentes foram gerando outras espécies humanas ao longo do tempo, até chegar ao primeiro casal mais semelhante a nós: eles eram grandes, rostos enormes, robustos, com pelagem por todo o corpo.

A questão da Serpente em relação a eles me pareceu muito alegórica. O que eu entendi foi que a maçã (fruto) na verdade a imagem da glândula Pineal, a qual sofreu um tipo de “choque” que despertou a consciência desses seres. Eu não senti de modo algum que tivesse existido pecado ou o desejo de receber esse estímulo, na verdade se houve uma má atitude teria sido desse ser reptiliano extraterreno.

Também senti que esse foi o “início do sofrimento humano”. Por algum motivo acredito que essa experiência traumatizou nossa espécie, e desligou a percepção natural do plano Astral. Essa interferência nos fez começar a ter dúvidas do que existe Além, e nos desconectou uns dos outros e da natureza.

Depois captei que há uma linhagem humana pura (que seria simbolizada por Abel) e uma híbrida (simbolizada por Caim). Ouvi que existe uma espécie de marca de Caim que seria na realidade um “marcador genético”, e essa condição permite a encarnação de reptilianos como humanos porém são caracterizados pelo que a Psicologia considera Transtornos de Personalidade Antissociais. Tive a impressão (embora não certeza) que se tratam de Almas diferentes da nossa. Também captei que cada raça extraterrestre possui uma função no Universo, tanto quanto cada aspecto da nossa fauna e flora, e que múltiplas influenciaram na formação da diversidade do nosso planeta. Isso seria algo natural e bom, exceto por raças como as da “Serpente”.

O grande problema é que os seres reptilianos parecem por natureza extremamente agressivos, competitivos e violentos. As emoções existem, porém ligadas a esses traços e uma ausência praticamente total de sentimentos. Os que encarnaram sob essa influência são os que geraram os conflitos, as Guerras, e toda a cultura de disputas no nosso mundo. A intenção seria subjugar os humanos, e acredito em algum sentido eles conseguiram. Por outro lado, me parece que uma fração deles ficou presa ao Astral do nosso planeta e foi “obrigada” a nascer aqui.

Em relação aos que seriam seus deuses, e por que não voltaram, quando tentei entender isso eu ouvi que a pergunta não fazia sentido porque para eles o tempo (e a experiência do mesmo) é diferente do que é para nós. Eles seguem um ciclo que passa por muitos mundos, não somos “exclusivos”.

Há seres reptilianos que vêm aqui em naves, mas eles não estão sujeitos ao tridimensional. Os enxerguei com escamas proeminentes, escuras (entre o preto, verde e o marrom), olhos avermelhados. Eles podem simular a aparência humana, e estar no nosso meio em número muito reduzido. Os reptilianos encarnados não têm noção de nada disso, pois estão sujeitos à perda das memórias, mas se reconhecem entre si como do mesmo “tipo”. Cheguei a ouvir o termo “anjos caídos”, como se fosse uma espécie de castigo pelo que fizeram terem de viver como nós e entre nós. Eles possuem aqui um tipo de consciência coletiva atrofiada, mas respondem como “rebanho” a um líder do seu tipo. Isso explica porque tantos “humanos” aderiram a Guerras e seguiram (seguem) líderes controversos. Estes líderes por sua vez são totalmente suscetíveis aos reptilianos mais puros, e estes estão envolvidos com o que seria o Governo Oculto. Há uma hierarquia.

É possível reconhecer um deles pelo olhar frio e sem sentimento. Podem simular emoções, mas os olhos não acompanham. Eles não se conectam conosco. O instagram “Decifrador de Narcopatas” fala bastante sobre isso pelo viés da vivência empírica de pessoas empatas que conviveram com Narcopatas, em conjunto com uma abordagem embasada em conteúdos científicos e da Psicologia. Além disso, para quem é sensitivo a Aura deles não condiz com a nossa. Quando você aprende a reconhecer um, passa aos poucos a reconhecer todos, é um caminho sem volta. Começa a fazer sentido aquela sensação de que havia algo errado com certas pessoas que conhecemos.

Para entender o que motiva esses seres a nos dominarem, o que me veio foi que eles têm um anseio profundo de se tornarem como os seres que são como suas divindades. Fazer com que o elemento humano desapareça em nós é a forma que eles encontram de fazer o que eles fazem, tornando nosso mundo o “seu” mundo, e eliminando a humanidade. Devido às suas relações com os bastidores do Poder, aparentemente é por isso que há tantos elementos da natureza deles normalizados na mídia, arte e cultura. Nós estamos seguindo uma cultura “reptiliana” que não é adequada para nós, não tem uma estrutura humanizada, e que nos faz ainda mais alienados ao espiritual.

Quando eu tentei entender o que seria a raça humana em si eu senti todas as boas qualidades (como a compaixão, a amizade, a caridade, etc.). No nível mais elevado a amorosidae. O ser humano que eu acessei não é nada como nossa cultura hoje “vende” ser. No entanto, acaba sendo induzido a viver de modo contrário e sofre nas suas relações com esses seres que não tem uma alma humana embora seu corpo o seja.

Recordo uma vez em que eu estava passeando pelo Astral eu tentei acessar o nível mais profundo que houvesse no Umbral. Eu queria saber quem estava lá e por quê. Tinha vontade de saber quem eram os “grandões” das Trevas! Para minha surpresa estava vazio, só havia um portal. Foi onde comecei a entender que a origem do mal não estava exatamente nesse mundo, mas vinha de fora. E conforme esse mal foi ancorando, atraiu progressivamente espíritos que vibravam na negatividade.

Também senti que apesar de parecer algo fatalista, a presença desses seres aqui tem seu motivo. Eu vi diversos símbolos da dualidade, portanto, assim como há o dia e a noite, estamos convivendo com nossos opostos: eles são o nosso contraste.

Ninguém intervém aqui para impedir isso porque todos os que estão encarnados aqui hoje precisam aprender a sair da dualidade. E a forma de fazer isso, seria justamente nos religando à nossa essência mais profunda, nossa natureza espiritual. Estamos (por essa interferência) tão presos à influência do corpo físico que nos confundimos com ele, sem sequer conseguir “sentir” como ele se relaciona à natureza da própria Terra. Essa cisão nos enfraquece. Mas ao adquirir a iluminação, recuperamos o nosso sentir, nossa “humanidade”, passamos a não fazer dano uns aos outros e ao nosso planeta, e percebemos que nunca estivemos sós no Universo.

O futuro positivo do planeta seria onde esses humanos reais, que vou chamar de empatas, vão ganhando número e ocupando os lugares que antes eram de líderes reptilianos (e outros). Sendo assim criam uma nova realidade em todos os campos que trabalha a nosso favor. E eles, mais uma vez, serão levados para encarnar noutro mundo afim a eles.

Se alguns podem criar um laço conosco, eu senti que é como a amizade que temos com um animal, que no caso é tão inteligente quanto nós. São pessoas não-humanas. Eles também evoluem, e assim como aprendemos com eles e desenvolver nosso lado “frio” e racional, eles poderiam aprender conosco. Porém, simpatizar com um humano parece ser perigoso para eles perante os seus. A cultura de origem deles vê os sentimentos como fraqueza. Eles simplesmente não funcionam assim. A maioria nos vê como presas. Não se pode curar o que eles são, nem acredito que eles um dia serão humanos como nós.

Em um determinado momento, vi rapidamente algo que me leva a crer que nossa origem física provém de uma espécie boa que é semelhante a nós. Porém, nossos espíritos provém da Fonte da Vida (Deus).

Como é dito na Bíblia, um dia haverá a separação do joio e do trigo, e acredito que em parte isso mais uma vez simboliza o que vai acontecer. Vi no futuro que um líder reptiliano se levantará na imagem de um homem político entre os seus, e uma líder mulher levantará como empata não-política. Essa mulher dará início a uma nova Era onde os verdadeiramente bons tomarão o controle e recriarão o mundo. O “sinal dos eleitos” veio para mim como uma área cerebral frontal mais desenvolvida.

Isso foi quase tudo o que vi e senti. Eu acredito que há muito mais por aprender e entender. Sei que posso ter resvalado e interpretado mal algumas coisas, deixado de ver outras. O meu trabalho é uma construção, porém compartilho e espero que faça sentido ao coração de quem o lê.

Toda Paz e Luz sempre!

2 comentários Adicione o seu

  1. Soraia disse:

    Rafaela, este texto é magnífico, esclarecedor, profundo. Estou profundamente grata pela oportunidade de saber disso tudo. Que Deus a abençoe intensamente para que você possa mergulhar ainda mais fundo na Divindade que tudo permeia. Estamos com você.

    1. Nova Sensitiva disse:

      Muito obrigada pelo apoio, querida! 🧡

E você, o que está pensando?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s