O que se tem visto (Ou não)

O Pequeno Pr�ncipe e a Raposa

“O essencial é invisível para os olhos…”

O post previsto para hoje não recebeu autorização para ser divulgado. Ele tratava tanto das realidades planetárias atuais – que coexistem lado a lado – como sobre a experiência humana nos dias presentes, o que aconteceu nos últimos anos e o que estará acontecendo nos próximos.

A informação recebida é que ‘todas as pessoas têm recebido condições de entender por elas mesmas o que há sobre suas vidas’, e que este momento é justo e está aí para todos. O silêncio que temos acompanhado por parte de muitos sensitivos, deve-se ao fato de que este momento também acarreta em espera e decisão.

Gostaria de dividir algumas coisas, mas o conhecimento verdadeiro deve ser construído. O que posso dizer é que estamos sendo observados – igualmente não posso especificar mais sobre isso. Nada do que colheremos nos próximos meses, seja ruim, seja bom – se estivermos no caminho correto – será mais ou menos do que nós mesmos temos plantado.

O que se entende por karma dos indivíduos, e da coletividade, não é de forma alguma uma sentença estática… Na verdade criamos e recriamos este “destino” a todo segundo, através de nossas ações e disposições. Qualquer espiritualista sabe que os efeitos das ações erradas podem ser – e muito – atenuados ou abrandados, de acordo com o que fazemos de nossas vidas. Afinal de contas o mal, o maior mal que podemos fazer, mesmo quando dirigido aos outros, é a nós mesmos – à nossa consciência.

Como sensitivo, e como estudante de Naturologia, posso afirmar que das maiores doenças do ser humano no sentido de não viver bem, está em não conseguir ouvir seu coração. De repente ficou muito fácil saber o que fazer com o prêmio da “mega-sena”, mas quando se pergunta como alguém se sente sobre alguma coisa, sobre o que gosta de fazer, sobre o que deseja para sua vida (sem ser material), sobre o que pensa, percebe-se a imensa dificuldade de resposta.

Ouve-se demais o “não sei”.

Em tempos de final de 2007, o plano espiritual prepara-se para acolher o joio e o trigo no ano de 2008. Lembramos que criamos e recriamos nossas realidades. Há um caminho a seguir que guia a um futuro melhor, porém como toda escolha, o preço de seguir às vezes é o preço de ter de olhar para si mesmo – contemplando o que há de bom, e também o que temos de ruim – e ser responsável por isso, pelo que se é.

A todos os trabalhadores de Luz, pede-se oração, vigília e observação.

Como a frase que abre estes comentários, muitas das coisas que estão por vir não se podem ver. Mas nada há que não demonstre indicativos… Ao chegarmos no nosso ‘ponto zero’, veremos que a todo momento tivemos a graça de contar com sinais. Estes sinais, porém, não falam tanto aos olhos, mas ao coração – à capacidade de filtrar os acontecimentos pela nossa intuição e sensações.

Queira Deus, sejamos sempre capazes de nos guiar pelo leme da alma.

2 comentários Adicione o seu

  1. Denise disse:

    Não nego que o teu post me deixou apreensiva, mas obrigada pelo alerta, Rafael. Que todos possamos então estar atentos, com paz, luz e amor no coração.

  2. Edu disse:

    Ai ai… detesto mistérios! Vou ver se abro meu coração pra saber o que é que não pôde ser revelado!

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