Paz e Luz a todos!

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No meu trabalho com clientes, e nas minhas experiências pessoais, já me deparei com uma minoria de casos em que os acontecimentos ruins estavam ligados com algo vindo de uma Vida Passada.

Não me entenda mal. Não quero dizer que o que houve provocou algo agora; mas sim que o que houve permaneceu se repetindo dentro da pessoa. É como um padrão que precisa ser quebrado, limpo.

As pessoas tendem a pensar no karma como uma casa em que o vento entra por uma janela aberta e bagunça a tudo. Elas acreditam que o vento é o problema, ou a janela, isto é, a causa. Porém, precisamos examinar os efeitos e a origem real. A origem real não está na janela aberta em si, mas na atitude de não fechá-la. Nossos problemas e os efeitos que eles produzem é que são os ecos das nossas atitudes falha – que não funcionam. As vidas são como dias que vão indo e vindo, nesta mesma casa, que somos nós, até que fechemos a janela.

Por algum motivo, quando eu trabalho com vidas passadas, o caminho que as revela e traz a necessidade de ir até elas, se revela sempre espontaneamente. Eu procuro não forçar ou acessar por curiosidade. Da mesma forma, sempre que acesso uma vida passada, as informações vêm na medida do que vai ser útil. Não contam toda a história. E eu acredito que seria ruim relembrar ou saber tudo. Nas vezes em que entrei nelas e levei a luz ou trouxe a parte da pessoa que ficou presa lá, normalmente se provoca uma mudança natural e espontânea a seguir especialmente no lado emocional. Por vezes sutis, por vezes ostensivas.

Já percebi também, com algum choque, que na maioria dos casos, não mudamos tanto de uma vida para outra. Já tive oportunidade de visualizar três vidas de uma pessoa, em que ela era praticamente a mesma, apenas modificando as coisas ao redor, os recursos, os contextos, e se tornando menos “rude”. É por isso que digo que a atitude é sempre a fonte de tudo. A forma como escolhemos lidar e responder com os eventos e desafios da Vida. Acredito que quanto mais nos iluminamos, mais rápido conseguimos progredir, e aí sim entramos numa espécie de progressão geométrica de mudança.

Agora, é fato que há algo em nós que independente das reencarnações permanece o mesmo, que é o nosso temperamento. Dons, gostos, traços, são algo da natureza do espírito de cada um. Outra coisa que pude perceber foi que o olhar, a forma de olhar, ela quase sempre se mantém de uma existência a outra. Coisas que temos facilidade em conquistar, também costumam se manter… Os aprendizados que não cumprimos com um ou outro, se não são resolvidos no astral, voltam a se repetir – são recriados. Algumas doenças se mantém.

Como eu dizia, quase sempre nós não estamos pagando algo que voltou a acontecer, mas estamos ainda produzindo a mesma situação. Hoje, espiritualmente, já começamos a entender que cada um de nós cria sua realidade, individualmente, e quando cruzamos caminhos é pela lei da atração e afinidade. Mesmo as pessoas “más” vêm porque precisamos aprender algo, porque nosso Espírito as trouxe, porque ainda não modificamos a parte em nós que cria uma realidade em que somos maltratados.

E é exatamente aí que entram os perseguidores.

Há espíritos que permanecem no Astral e que nos conheceram noutra época, e que podem continuar nos perseguindo. Isso não é comum pois a maioria reencarna, porém há alguns que conseguem ficar presos a uma época. Eles podem nos localizar e se aproveitar da janela aberta para nos causar o mal, ou movimentar as peças do jogo à nossa volta de forma a nos atingir.

Eu não acho que o trabalho com vidas passadas seja indispensável. Se fosse, estaríamos muito ferrados sem a possibilidade de nos superar caso não tivéssemos acesso a isso. A Vida é muito inteligente e sábia, e o próprio Espírito da pessoa já trabalha o tempo todo para que ela se torne melhor, se supere, mesmo que isso signifique pô-la à prova ou repetir uma experiência não tão positiva. Nada ocorre sem permissão. Porém, eu vejo o trabalho com vidas passadas como um atalho, um facilitador que em alguns casos é muito útil, mas não necessário na maioria dos que já atendi. Como falei, quando é mais útil ir por este caminho, ele se revela para mim. No entanto, quando trato uma vida passada eu tenho consciência que estou também tratando o presente da pessoa. E afinal, os espíritos repetem sempre que no Astral não há tempo como o nosso, portanto, não dá para saber até que ponto nosso passado, presente e futuro se sobrepõe. Tudo que sabemos é que somos um ponto de consciência vivendo eternamente no agora, o tempo é um entrelaçado de caminhos, passado e futuro são sentidos relativos.

Sem querer criticar qualquer outra técnica que lide com as vidas passadas, ou que faça uso delas, seja lá como for, eu acredito que não é bom sair à procura do que se foi por pura curiosidade. Tive relatos de pessoas que “relembraram” vidas, e isso não teve impacto no dia a dia delas… Assim como outras, que estavam em sofrimento e receberam este chamado, e foi um divisor de águas. A curiosidade vem da cabeça, o chamado vem do coração.

Quando estamos prontos, de vez em quando sonhamos com o que aconteceu conosco, com outros tempos, outras paisagens. Alguns têm visões disso. No entanto, espiritualmente, vivemos um eterno presente. Em algum momento, quando não for necessário reencarnar, e no final dessa trajetória em que ainda for necessário, nossa mente terá menos bloqueios a respeito disso porque não será preciso apagar tanto o que há de “lixo” no passado. Será um ponto em que nossas consciências estiverem mais amadurecidas.

Apesar de tudo, com certeza é muito fascinante poder lidar com as vidas passadas e gratificante quando ao voltar, isso trouxe mais bem-estar para a Alma de alguém.

Paz e Luz a todos!

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Olá a todos. A partir de hoje, e semanalmente, irei fazer leituras mediúnicas (ou “psíquicas’) como sensitiva a partir de temas sugeridos pelas pessoas no Facebook e outros que eu ache relevantes. Eles poderão incluir personalidades, situações, acontecimentos, etc. Não tenho a pretensão de que estas sejam verdades absolutas ou completas, é apenas o que vi hoje e senti hoje dentro do que posso captar. Dito isso, vamos então à nossa primeira leitura.

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1. Governo Temer

A primeira impressão que sinto é pressa. Essa é a palavra-chave. Ele e os apoiadores e assessores sabem que é uma “oportunidade única”. Entretanto, já havia há alguns anos e há uma espécie de agenda ou planejamento particular dessas pessoas. Vejo forças escuras, portanto isso me diz que o que se pretende não é de modo algum o melhor pro Brasil ou pras pessoas em geral. Sinto uma luta de forças entre os partidos que começou antes, é como se estivessem em jogo ideologias não-políticas mas algo além disso, modelos de sociedade de uma forma obscura, impositiva, e tudo que tentar seguir esta linha não vai dar certo. Eu ouvi o termo “Governo Moral” dentro dessa fase Temer. Vejo ele como uma pessoa ligada ao Ocultismo (sei que há boatos que ele seria Satanista, mas não vejo assim, vejo ele como parte de uma espécie de seita secreta que inclusive estaria conduzindo essas mudanças e essa pressa em implementar). Me incomoda muito a energia da Primeira Dama, pois é vazia, parece um fantoche, uma peça de um jogo que não funciona. Vejo muito insucesso e impopularidade, pois eles querem governar um modelo de povo, e o Brasil não é hegemônico. É como se estivessem fazendo um experimento, brincando, acham que dará certo nas crenças idealistas deles. Sinto problemas que virão envolvendo Ministérios mais pra frente, as coisas não vão melhorar, é possível uma piora pro ano que vem, e vexames diante do exterior. Eu vejo a chegada de um novo momento de crise interno inesperado porque vai ser a respeito de algo ou tema que não se comenta. Mudanças pro Brasil positivas devem vir nas próximas eleições, eu vejo um homem com luz que não é conhecido e não faz parte dos modelos políticos tradicionais.

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2. Governo Sartori (Rio Grande do Sul)

Aqui vem na minha mente um atrapalho atrás do outro. A imagem que tenho dele é de uma criança que foi posta num lugar que não deveria estar. Há muita imaturidade e intolerância dentro da personalidade dele. Sobre o momento presente eu ouvi “colocando a mão onde não deve”, isto é, mexendo em algo dentro da política estadual que ele não deveria. Desde a primeira vez que vi o Governador eleito e todas as suas aparições eu sinto a Alemanha Nazista, como se tivesse algo no Nazismo ou no que foi feito que está se tentando implementar aqui (nada em relação ao holocausto e sim no modelo econômico e político que eles tinham). Com certeza está sendo colocado um rumo equivocado para o Estado. Duvido que o Governador permaneça atuando politicamente após o fim do mandato. A segurança no Rio Grande do Sul deve piorar pro próximo ano. Esse será os quatro anos que todos gostariam de esquecer. Contas públicas estão sendo usadas como artifício de pressão política e de modo a atingir a população (eu sempre tenho o sentimento de castigo sobre elas). Há muito despreparo, mas muita pressão sobre o Governador. Não há paz, e não vejo paz a caminho por enquanto.

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3. Governo Ivo (Camaquã)

Tudo que vejo é um vazio, o que é muito estranho porque não consigo enxergar ações. Ouço a palavra “escândalo”. Erros e arbitrariedades me dá uma intuição que podem ter ocorrido sim no processo eleitoral, e vejo informações privilegiadas vindo de outros partidos – como se sempre se soubesse onde os outros iam estar e o que estavam fazendo. Eu sinto troca nesse Governo da Prefeitura que virá. Há muita energia do modelo político antigo na figura do futuro Prefeito e de novo, parece insustentável, então uma troca ou algum problema que mude a Prefeitura é possível. Eu vejo dívidas, e a cidade permanecendo igual pelos próximos anos.

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4. Data Limite 2019

Eu já assisti a um documentário sobre essa data que teria sido comentada por Chico Xavier a um amigo próximo. Até ela a humanidade teria a chance de não entrar em guerra, e dependendo dali em diante das nossas ações receberíamos algum tipo de auxílio maior e até possível revelação de extraterrenos. Quando me concentrei nessa data eu enxerguei luz, mas nenhuma revelação em especial. Parece que nesse ano teremos um expoente, uma pessoa que fará muito bem pro mundo, alguém popular. Porém a palavra mais forte que capto é “divisão”. Vejo o mundo dividido. É como se fossem duas realidades paralelas coexistindo. Uma boa, e uma ruim, com destruições. Sinto que intervenções invisíveis acontecerão a partir dessa data, mas a princípio as coisas serão vistas e sentidas como vemos e sentimos agora. Não há um acontecimento extraordinário até onde eu vi.

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5. Ansiedade

Uma pessoa me perguntou sobre essa tema no Facebook. Eu vi em geral uma energia muito contida no peito. Primeiro vi o lado psicológico, algo sobre o futuro ou alguma ação que não está sendo feita. Porém me veio muito forte a seguir “estado induzido”. Parece que há coisas que estão nos cercando que propositalmente estão sendo implementadas para alimentar a ansiedade da população, seja notícias, substâncias, ondas, etc. Quase um estado hipnótico. O grande problema do estado ansioso que eu senti aqui é “desconexão”. Ele desconecta a pessoa das coisas em geral, naquele momento só existe isso, e até dela mesma. Eu vi um estado de saúde de paz e tranquilidade que seria bem-estar. Mas logo eu vi a ansiedade e vi como é o oposto. Há algo lá fora que quer que as pessoas esteja doentes, ansiosas, para que elas se desconectem, não enxerguem certas coisas. Eu vejo aqui uma pessoa vendo o noticiário e sofrendo com ansiedade. Esse estado espiritualmente também nos desliga do mundo superior. Existem forças ocultas que dirigem muitos acontecimentos no mundo, gente encarnada em conjunto com desencarnados, e a eles interessa que todos estejam no pior possível. Essas crises e estados ansiosos podem piorar porque vejo os anos passando e o tempo acelerando. As pessoas precisam se voltar mais para si. Vejo a imagem de desligar a televisão, mas isso é um símbolo, desligar-se do “fora”.

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6. Terceiro Segredo de Fátima

Minha primeira visão aqui foi ver as crianças que teriam visto Nossa Senhora. De fato elas viram sim alguma coisa, eu senti esse ser como proveniente de um outro “mundo” ou dimensão, algo luminoso que naquele instante as contatou. Essa comunicação seria muito mais ampla mas foi reduzida pro entendimento deles e dentro da cultura e religião da época e do local. Porém quando pensei nos Segredos eu ouvi a palavra “corrupção”. A sensação que me deu é que a Igreja manipulou o conteúdo dessas visões e relatos. Eu vejo a imagem da Irmã Lucia, que faleceu há alguns anos e tinha o voto de silêncio, como temerosa e triste, porém ao mesmo tempo ela não poderia se manifestar sobre esse assunto. Eu perguntei à minha sensibilidade se haveria algum outro grande acontecimento (lembrando que supostamente os dois Segredos versavam sobre as Grandes Guerras). O que eu ouvi foi a palavra “rompimento global”. Parece que haverá uma exposição política, algo virá à tona, será mostrado pra todos verem, e isso deve gerar uma crise e rebeliões externas, conflito.

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Esta foi a leitura de hoje, sugestões de temas podem ser postados aqui para uma próxima semana.

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Paz e Luz a todos!

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Colaboraram: Tiago Alves (1,2), Glaucia Erardt (4), Fabiana Regazini (5).

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O texto de hoje tem por finalidade ajudar todo médium sensitivo de início de carreira. São alguns toques e dicas que eu reuni e que podem auxiliar você a não ficar tão perdido. Eles vieram das minhas (boas e más) experiências ao longo dos anos e também dos meus estudos.

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1. O Efeito Esponja

Principalmente no início você vai absorver muito as energias das pessoas, dos lugares, das situações. Lógico, as más. Você frequentemente vai se sentir sobrecarregado e até mesmo se perceber fazendo, sentindo e pensando coisas que não são do seu normal. Sobre isso lembre-se sempre: o que é meu tem motivo claro (quebrei um copo e fiquei triste) e o que vem de fora primeiro provoca sensação e depois ideias (fiquei triste do nada e lembrei do copo quebrado há dez anos atrás). Você nunca vai deixar de captar coisas, mas em algum momento simplesmente vai saber do que se trata sem isso entrar em você. (Ah sim você algumas vezes vai entrar na energia ruim do outro, captar ela, e ter vontade de maltratar ele de graça, xingar, etc. mas essa reação não é o seu sentimento, busque o seu sentimento sempre e não fique entrando em qualquer coisa pra não se arrepender depois).

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2. Não Leve Tudo Pro Pessoal

Uma das melhores maneiras de ficar neutro é aprender a literalmente não levar tudo pro pessoal. A maioria dos sensitivos pela qualidade de empatia acaba se envolvendo demais com os outros e por isso puxa o que é deles. É preciso aprender a deixar o outro viver a vida dele, e a separar-se dele. Quanto menos eu der importância, especialmente pro ruim, melhor. O que o outro acha, sente, faz, só importa pra ele. Também é bem eficiente começar a treinar a sabedoria de que eu sou 100% responsável por tudo que acontece na minha vida, seja de bom ou de ruim sou eu quem cria – dessa forma eu tiro o poder dos outros. Quem mais se magoa e dá bola pros outros deixa a porta aberta.

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3. Aprenda A Se Defender

Dentro da sua crença e religiosidade deve haver uma gama de recursos para limpeza astral e defesa energética. É coisa muito pessoal descobrir qual é o melhor para mim. Acredite que os seus guias sempre irão te levar praquilo que vai funcionar pra você. Pra uma pessoa um bom banho de sal grosso resolve tudo. Já pra outra vai ser uma vela. Tem gente que com uma reza forte manda qualquer encosto pra bem longe. Vai variar. Mas aquilo que for pra você simplesmente irá funcionar. Não é “será que funcionou”, é algo concreto: você faz, e em dez, quinze, vinte minutos já sente que algo saiu. Além disso manter-se protegido e vigilante também com os recursos que você descobrir que funcionam pra você.

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4. Saiba Quando Procurar Ajuda e Confirmação

Sendo sensitivo você sempre vai estar propenso a ser o primeiro a reagir a qualquer energia e presença negativa. Se mesmo com tudo que você sabe você sentir que não está dando conta, procure ajuda. Tenha sempre uma pessoa ou local que você confia como um último recurso quando nada adiantou. Não seja orgulhoso, vá atrás. Se você sentir algo e ficar em dúvida, tenha uma pessoa ou oráculo pessoal que também em último caso possa te ajudar (eu tenho minha amiga Cíntia que sempre é uma mão na roda!). Ninguém dá conta de tudo sozinho o tempo todo.

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5. Observe Os Sonhos

Os sonhos de uma pessoa sensitiva são como de qualquer outra pessoa, porém com particularidades. Todos podem ter sonhos que vêm de conteúdos corriqueiros do dia-a-dia (são sonhos bobos cheios de coisas malucas), outros que refletem o nosso estado psicológico, e outros que são espirituais (normalmente mais fortes, com avisos, mensagens, premonições, encontros, etc.). Você com o tempo vai aprender a diferenciar cada um deles pela sensação que eles provocam. Por fim, cuide sempre sonhos com perseguição, violência e bichos te atacando porque percebi que frequentemente eles surgem quando estamos recebendo má influência do astral inferior.

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6. Sono Demais e De Menos

No início da sua jornada você vai ter muito sono fora de hora e aqueles cochilos pesados. Principalmente quando ficar carregado demais. Esse sono descarrega a gente. É também um último recurso quando a gente fica mal, dar uma apagada. Depois dependendo, alguns sensitivos podem sofrer influências e interferências que simplesmente afetam todo o sono, não deixam dormir ou não deixam o sono ser profundo.

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7. A Verdade Te Procura

Seja bom ou seja ruim, acostume-se com isso: você sempre vai ficar sabendo. Não sei qual é a razão, mas sensitivos atraem a verdade. Ela vem na nossa própria sensibilidade, ou cai num sonho, ou numa pessoa que conta, ou no fato que simplesmente se abre para você. Isso parece bom, e é, mas nem sempre a verdade é algo tranquilo de se saber. Isso afeta muito a parte de relacionamentos. Mas é algo que precisará se habituar. Muitas vezes eu ignorei e não quis acreditar no meu feeling, só para me decepcionar depois. Mentiras e omissões vão te fazer mal com o tempo, e isso é uma sensação física (acredite, todas as coisas não-ditas e mal-resolvidas viram energia de sujeira no ambiente astral e isso traz uma sensação específica e muito desagradável até tudo vir às claras).

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8. Cheiros Espirituais

Eventualmente você vai sentir cheiro de alguma coisa que não existe no loca onde você está. Cheiros espirituais são fugidios, duram poucos segundos normalmente e são nítidos. Depois somem. Tem uma série de motivos para eles: a presença de um guia, uma energia boa ou má, um recurso necessário, uma informação, etc. Muito comum pessoas sentirem o cheiro de perfume de um ente querido que se foi, ou de algo podre quando tem uma coisa ruim na volta. Esses cheiros merecem sua atenção e você vai aprender com o tempo a relacionar os que aparecerem pra você com alguma coisa.

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9. O Astral Te Cobra

Trabalhar com a sensibilidade e ter contato com o astral é muito legal. Mas tenha em mente: quanto mais você souber, mais será cobrado de pôr em prática o que aprendeu. Especialmente se você quer melhorar de vida, não se surpreenda se de repente alguma coisa do lado de lá te trouxer uma lição de moral ou aquele dedo na ferida. Pode acontecer e comigo já aconteceu muitas vezes e eu sou muito grata por esse abrir de olhos. Se você quer trabalhar com o astral, saiba que você ganha mas precisa também fazer o seu lado.

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10. Confie Em Você

Em alguns momentos você simplesmente vai saber algo. Aprenda a confiar, sem a presunção porém de ser o dono da verdade. Em alguns momentos você vai aprender quando tem 100% de certeza mesmo sem “provas”. Por você ser sensitivo também muitas vezes experiências e coincidências estranhas vão acontecer com você, e com as pessoas que tiverem contato com você. Não as ignore. Da mesma forma, quando vir um interesse súbito de ler sobre um assunto ou buscar material sobre algo, vá atrás porque são intuições do caminho que você deve seguir e que vão te ajudar a lidar com sua sensibilidade.

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Gente não existe uma mediunidade e uma sensibilidade igual à outra. Aqui são linhas gerais, mas espero que de algum modo lhe seja interessante.

Paz e Luz a todos!

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Hoje vou apresentar aqui um exercício simples e direto de comunicação com o Astral Superior.

Antes de apresentá-lo, porém, gostaria de fazer algumas breves observações. A primeira delas é que muitas religiões e doutrinas por aí no que diz respeito à comunicação com o “além”, procuram incutir no adepto um medo de tentar qualquer coisa que seja fora do local frequentado. Ora ninguém tem lugar e hora reservados só pra ver, pra sentir, pra cheirar, pra ouvir, pra sentir gosto… Se as experiências sensoriais nos acompanham da infância e a todo momento, por que esse grande medo no que diz respeito ao nosso sexto sentido que é essa sensibilidade, ou como queiram chamar (mediunidade, paranormalidade, etc.)? Muito mais e melhor fariam esse pessoal em educar as pessoas no uso e na apreciação de uma faculdade que é natural, a faculdade de sentir e se comunicar com o Astral e que em alguns vai ser maior ou menor, mas em todo mundo, seja ateu ou crente, vai estar lá.

Vamos sempre lembrar de uma coisa para tudo nessa vida: MEDO NUNCA, CUIDADO SEMPRE.

O medo é uma emoção totalmente ruim, muito presa à crença mental no negativo. Já o cuidado é uma atitude interior de estar precavido e atento, ter bom senso. O medo frequentemente vai te paralisar, afastar das coisas que mais quer, e até atrair o que mais teme. Já o cuidado vai te ajudar a chegar onde quer sem grandes danos. Você prefere ter medo de uma pessoa, ou ser cuidadoso em relação a ela? Qual dessas posições te dá mais poder? Sobre se comunicar com o Astral funciona da mesma forma. Ter medo o enfraquecerá e aí sim porta aberta pra tudo de mais maluco que possa acontecer.

O Exercício da Vela, como eu o chamei, é nada mais é do que um momento em que você vai se sentar com o Espiritual e realizar uma comunicação com ele diante de algo que você esteja precisando, uma resposta, um fato, ou de uma situação que esteja passando seja ela qual for. Você vai precisar espiritualmente de duas coisas básicas: intenção, e aquela figura que você tem mais fé. Materialmente de outras duas: 01 vela, 01 canto na sua casa.

Intenção: é a base de todo rito e procedimento espiritual. Não é tão simples quanto parece. Durante todo o tempo que você estiver realizando este exercício ou qualquer outra coisa, precisa ter a intenção no que está fazendo. “Eu estou aqui, agora, para me comunicar com o astral”. Assim, firme. Ter no coração essa vontade e essa firmeza. Se você faz sem intenção tudo se perde, é a mesma coisa que não fazer nada. (Vai lá tomar um passe com uma pessoa que não está com a intenção firme e venha me dizer se não é a mesma coisa que nada).

Figura que você tem mais fé: se vocês trabalhassem com o Astral como eu, lidando com gente de tantas crenças diferentes, ficariam muito surpresos ao constatar que quando você pergunta “qual é a figura que você costuma recorrer quando tem problemas, quando precisa de uma ajuda espiritual?”, e a resposta por vezes evoca algo que nada tem a ver com a prática religiosa ou espiritual “oficial” da pessoa. Não importa quem ou o que é: se for o próprio Deus, se forem deuses ou deusas, se é um orixá, um santo, um mestre ascencionado, um dragão, uma fada, a mãe natureza, a água, o arcanjo Miguel, uma entidade, etc. Aqui não há preconceitos e o motivo é simples. Precisamos usar aquilo que seja espiritual e mais te sensibilize, e se te sensibiliza é porque te coloca em sintonia com o Astral Superior, isso “facilita” a coisa toda. Por favor, nada de pensar “eu deveria” ou “eu não deveria”. Cada um dentro de si procure essa figura.

Vela: você pode utilizar a vela de sua preferência. Dependendo da figura que você tenha fé pode ser que exista alguma cor ou formato que se associe a ela. Se você encontrar e quiser usar uma vela colorida, ou com aroma, bárbaro, parabéns. Mas se quiser usar uma vela coringona branca, ótimo. Vai dar no mesmo. O importante como no item anterior é você sentir qual vai ser a mais adequada, aquela que te chama a atenção do sentimento. Se você pensar e sentir ao mesmo tempo “é essa aqui”, fechou.

Canto na sua casa: todo e qualquer espiritualista deve se possível ter em sua casa um cantinho dedicado às suas meditações, orações, objetos, etc. Ali é um tipo de “altar” pessoal, o ponto de força que você vai sempre se voltar quando precisar fazer sua chamada pro Astral Superior, seja pra agradecer, ou pedir, ou só reverenciar numa passada casual. De novo, sem intenção as coisas não têm força. Se você vai fazer um altarzinho, faça e ponha todos os elementos com intenção de estar fazendo um espacinho sagrado. Se não é só um lugar qualquer.

Feitas as considerações, vamos lá!

Exercício

  1. Vá para seu cantinho de conexão com a Luz Divina e reserve um tempo de preferência sozinho para começar o exercício, um horário calmo e sem muito barulho ao redor;
  2. Faça uma breve abertura de acordo com sua crença pedindo a presença e a proteção da Luz;
  3. Abençoe, consagre, a vela que será utilizada colocando a intenção que ela funcione como meio de ajudá-lo a entrar em contato com sua figura de fé;
  4. Acenda esta vela cuidadosamente e a posicione (sim, certifique-se de que ela não irá ocasionar um incêndio durante ou depois);
  5. Evoque sua figura de fé com a intenção de sentir sua presença, de ela estar ali com você naquele momento em comunhão através da presença da chama acesa;
  6. Realizada a evocação, espere um pouco, veja como irá se sentir;
  7. Conversa de coração aberto, em voz alta, como se estivesse realmente contando a uma outra pessoa, explicando seus sentimentos, os aspectos envolvidos, suas expectativas ou frustrações, o que imagina que seria interessante, e fazendo seu pedido, de maneira aberta;
  8. Encerre com um agradecimento dentro da sua crença e deixe a vela queimar.

Simples, não?

Quando falo de maneira aberta, quero salientar que o Astral possa enviar até você a resposta ou sinal que você precisa e não necessariamente o que você quer. Se você quer a verdade, esteja pronto pra verdade. Às vezes não é agradável que você deseja muito algo, pede, e na semana seguinte descobre que é você mesmo que esteve todo o tempo pisando na bola e precisa mudar algo. Esteja pronto. Isso é maturidade espiritual e ter boa vontade. Os espíritos AMAM boa vontade.

Na minha experiência pessoal a resposta quase nunca é instantânea. Ela virá ao longo da semana em sonho, ou numa mensagem, ou através de outra pessoa, ou por um acontecimento, uma reflexão súbita. Você saberá na hora porque vai lembrar do momento em que esteve conversando com sua figura de fé utilizando a vela. A partir daí faça uso da sua inteligência, se for orientação mãos à obra, se for espera espere, e se receber algo diretamente não esqueça de agradecer. O Universo AMAM gente agradecida (assim como você também detesta gente ingrata que eu sei, fica com nojo, nem dá mais nada pra pessoa, e ama e dá mais pra quem dá valor ao que recebe).

Por fim, esse jeito de conversar de maneira mais casual sem fazer uma poesia verbal ou uma oratória daquelas, é justamente pelo que eu estava falando antes: a intenção. Quanto mais natural você for e estiver despreocupado de fazer uma floreio, vai entrar mais em contato com seus sentimentos, vai poder colocar e conhecer melhor o que se passa com você, vai ter mais força na intenção de se comunicar do que na intenção de parecer bonitão ou bonitona intelectual espiritual. Ser verdadeiro é essencial, uma fala simples do seu jeito. Desabafar como se desabafa com um amigo, pois é isso que as forças do bem são.

É o que temos para hoje, espero que ajude, inspire e estimule alguém, e qualquer comentário ou relato de como foi sua experiência, não deixe de vir aqui comentar com os colegas.

Um abraço com todo desejo de Paz e Luz!

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A partir deste post, vou eventualmente contar algumas experiências e vivências pessoais minhas, alguns pensamentos, sem pretensão ou objetivo de convencer ninguém a nada. Quero apenas compartilhar certas coisas da minha vida, e que eventualmente têm mais perguntas do que certezas. Para iniciar esta nova “categoria”, decidi falar sobre minha experiência com os Orixás.

Há cerca de um ano e meio atrás, eu comecei a pesquisar algumas coisas e por coincidência um amigo meu espiritualista também, as quais a meu ver falavam sobre o que a Igreja Católica denominou de “Espírito Santo”. Para quem tem certa familiaridade com o Catolicismo, sabe bem que é quase um mistério o que é exatamente este Espírito Santo além de alguma coisa em formato de língua de fogo e que desceu sobre os discípulos despertando neles diversos dons espirituais. Nesta época, quando meu amigo comentou desta nova energia que ele chamou de princípio vital, fui (como boa curiosa) visualizar e perceber, e descobri que o tal PV (vou abreviar) era muito luminoso e ondulava, e não tinha sido a primeira vez que eu havia visto algo desse tipo nas minhas projeções por aí.

O que isso tem a ver com os Orixás? Vocês logo vão entender.

A qualidade deste tal PV é que ele era a energia mais potente que eu e meu amigo já tínhamos visto. Era como se ele fosse a célula-tronco de todas as energias possíveis existentes no Universo… Aliás, mais que isso, que ele antes de energia, fosse mesmo um princípio que ordenasse e interferisse em qualquer coisa material e que está em tudo. Este PV também possuía uma sensação de presença e aparente inteligência, porém sem (aparentemente) consciência como a minha ou a sua. Algo realmente diferente. Eu logo o associei ao Espírito Santo que não é Deus, não é Homem, mas é algo. Esse algo que era pura luz e potencial.

Sobre Orixás, minha ideia sobre o assunto sempre foi meio rudimentar. Eu tinha a noção que eles seriam deuses africanos, e mais tarde no Espiritismo, imaginava que foram em algum momento espíritos mais evoluídos que teriam sido cultuados como deuses nestas regiões. Eu não via ou acreditava em nada particularmente especial a respeito disso.

Foi quando algo cruzou meu caminho. Aliás o caminho da minha família.

Uma pessoa que entrou pra minha família há uns anos, desde o fim de 2014 e início de 2015 começou a fazer trabalhos espirituais (magia negra, feitiçaria, demanda, etc.) para o domínio, mal e até o cúmulo de morte de familiares meus. Nesta época meu entendimento de “desmanche” dessas coisas era zero. Sabia desfazer uma energia de pensamento negativo, mas não algo complexo a meu ver com era aquilo. Pois bem, como todos sabemos, “a ocasião faz o ladrão”, fui obrigada a aprender a lidar com essas coisas, adquirir conhecimento, lidar com guias… E foi aí que comecei a ter contato com as primeiras entidades de Umbanda (que apareciam pra ajudar pois Umbanda só faz o bem e se parece Umbanda e pratica o mal é outra coisa), e eu que sempre fui cética sobre qualquer efeito de mandinga, comecei a pensar duas vezes assim como a respeitar, entender e valorizar o trabalho destas boas e iluminadas entidades umbandistas.

Num determinado momento, tivemos um problema judicial que tinha um emperramento encomendado — adivinhem por quem — pelo meu querido familiar adepto do mal. Tentei e tentei algumas coisas e nada… Como nessa época eu já tinha contato com uma mãe de santo (Mãe Ângela de Oyá) comecei a perceber que eu tinha muito preconceito e que muita coisa ali fazia sentido, e com as entidaes me ajudando, eu já estava mais aberta, receptiva a “novidades”, resolvi tentar “algo de diferente” (risos). Sabendo que o Orixá da justiça era Xangô resolvi pedir e evocar a presença deste Orixá.

Qual não foi minha surpresa quando vi aquela emanação surgir? Ela era avermelhada, alaranjada, algo que lembraria uma lava suave em forma de ondas de luz. Ele me atendeu e ajudou, e alguns dias depois tudo desemperrou e em um mês estava resolvida a questão toda.

O que me deixou intrigada foram algumas coisas: a forma, e a sensação. Primeiro, não era um espírito — definitivamente não. Segundo, ele era virtualmente igual ao Espírito Santo ou PV que eu já tinha visto, e era capaz de por si “decidir” se seria pro bem maior auxiliar, tornar-se disponível ou não, na diferença apenas de parecer um aspecto filtrado, um “segmento”. Terceiro, ele emitia uma sensação, isto é, uma força ou presença característicos deste Orixá (Xangô, caso você tenha se distraído).

Depois disso lógico que eu fui estudar um pouco.

Teve uma época no fim do ano passado que eu comecei a passar umas dificuldades, e como a mãe de santo minha amiga, havia dito que eu era filha de Iemanjá, resolvi tentar me comunicar com a “tal” de Iemanjá que eu já conhecia mas não tinha toda essa intimidade. Pois fique sabendo que nos momentos de necessidade absolutamente tudo que pedi de coração, Iemanjá respondeu… Nem sempre trazendo o que eu queria, mas sempre com a verdade que às vezes é bem desagradável mas me faz entender meu pedido, o motivo daquilo não acontecer, ou o que preciso fazer pra alcançar. Comecei a ter fé nessa manifestação mesmo sem ter total compreensão da diferença entre rezar pra um espírito amigo e pra um Orixá. Também descobri que eles realmente são ou originam ou influenciam forças da nossa natureza da Terra, e realmente Iemanjá tem ligação com as águas, mas ela também é algo mais, é como se ela tocasse tudo que tem a “noção” de águas. A única vez que realmente vi Iemanjá num Reiki foi num momento em que a força dela particularmente era muito necessária, e vi aquela vibração poderosa descer e as águas infinitas tomando tudo, mas de novo, não uma pessoa ou espírito, não um elemental, não um “deus”, mas “algo” que não sei definir – ainda.

Depois que comecei a me afinizar com Iemanjá, também fui percebendo que com ela eu realmente tinha mais facilidade de me comunicar, ela e Oxalá. Com os demais às vezes via essas vibrações em escalas reduzidas, proporcionais ao trabalho que eu estava fazendo, ajudando espontaneamente uma pessoa ou outra. Um toque de Oxum aqui, ou Ogum ali, etc. Uma vez senti literalmente o lugar se encher de uma água cristalina e que eu estava num colo, num acolhimento, cheio de vibração dourada, que é Oxum.

Outra vez me sentei com uma vela lilás para Nanã, pois eu estava um pouco preocupada com um problema, e logo que acendi e fui pedir uma ajuda pra sabedoria de “avó” dela, minha mente simplesmente parou. Eu fiquei com a cabeça vazia e quando voltou a funcionar, em uma ou duas frases resumi tudo e só isso foi de muita ajuda pra mim mesma. Nanã seria a anciã, a senhora da sabedoria e das águas paradas.

Outro contato incrível foi com Oxalá, também num trabalho em que ele desceu, este raio branco, girando, ondulando, e o que mais o distinguiu é que ele era puro amor, um amor que nem sei definir mas que me fez chorar um pouco naquela noite. Oxalá não era Deus, nem Jesus, e nem nada do que já referi que se possa pensar ser um Orixá, embora eu compreenda a conexão com atributos destes pela emanação branco-luminosa carregada de amor.

E claro, o que vi além disso também eram entidades que trabalhavam em nome de Orixás ou secundavam o PV em si, assim como outras energias e elementais ou encantados como queiram chamar relacionados a eles.

Minha amiga pomba-gira Maria Mulambo das Encruzilhadas foi quem por muito tempo me esclareceu algumas coisas, agora ela foi chamada a tarefas “superiores” e está um pouco afastada. Mas lembro dela se referindo a eles sempre como Grandes Pais e Mães, e dizendo que havia entidades, linhas e Orixás que não conhecíamos, Maiores e Menores, e que estes eram forças. E aqui eu faço esse novo parêntese: força sim, mas não qualquer força, forças primordiais, que outras religiões certamente chamaram de outros nomes, e que regem o entre-mundos da matéria e espírito.

Hoje eu fui conduzida pelo astral para estudar a História da Umbanda e acabei ingressando nos estudos da Tenda dos Orixás aqui na minha cidade, onde sempre aprendo muito, e onde também tenho continuado as minhas observações e experiências. Porém, ainda há muito para eu entender e aprender sobre isso.

Paz e Luz a todos!

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